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VISITA VIRTUAL EM 3D DO TEMPLO

O Templo em Jerusalém, que era localizado no Monte do Templo, há cerca de 2.000 anos, foi destruído em 70 dC pelos romanos na Primeira Guerra Judaico-Romana; desse Templo restam apenas as pedras do muro de contenção. O website Jerusalem.com permite, desde 2013, fazer um tour virtual em 3D do local mais sagrado do judaísmo, tal como ele era em seu momento de glória. A visita pode ser auto-guiada guiada ou livre.

Disponível on-line ou na Apple Store, o aplicativo oferece a possibilidade de explorar e aprender a importância e o local do Templo de Jerusalém na tradição judaica.

Em um passeio virtual, o usuário é levado a descobrir muitos locais e símbolos importantes na história dos judeus como o Santo dos Santos, o Menorah ou a Arca da Aliança, que continha as tábuas de pedras dadas por Deus a Moisés – e isso no primeiro Templo.

Beit Hamikdash, o Templo judaico era o centro do mundo espiritual judaica. O templo foi elevado no cume do Monte Moriá, também conhecido como Monte do Templo, onde segundo a tradição judaica, Abraão estava prestes a sacrificar seu único filho Isaac como um ato de fé.

Visite o Templo de Jerusalém em 3D agora

Fonte: Adventiste Magazine

Réplica da estátua de Nabucodonosor chama a atenção em cidade da Ucrância

O que sua equipe poderia fazer para chamar a atenção das pessoas para um evento de saúde, ou de profecias bíblicas?

“Podemos organizar um evento com diversos detalhes. Nós podemos arrumar um local apropriado. Podemos formar a equipe de voluntários. Nós podemos desenvolver toda a logística. Mas, em seguida, curiosamente, a campanha de comunicação pode não ser suficientemente eficaz, o público pode acabar por não tem conhecimento das reuniões e, portanto, não comparecerem.” Este é o pesadelo de todos os líderes da igreja que têm a missão no coração .

Adventistas do Sétimo Dia na cidade de Enerhodar, conhecida como a “capital da energia elétrica” da Ucrânia, asseguram que, no seu caso, estão conseguindo atrair a atenção das pessoas. Encontraram uma nova maneira de realizar o convite.

Sempre prontos para inovar, eles ergueram uma estátua de 8 metros de altura, a fim de atrair as pessoas para as reuniões “Saúde Familiar”, um ministério evangelístico com foco na saúde, para aqueles que ainda não estão prontos para ir à igreja, mas querem se familiarizar com os seus ensinamentos.

A réplica (uma estrutura inflável representando a estátua da Babilônia que de acordo com Daniel 2 na Bíblia, o rei Nabucodonosor viu em um sonho que Deus lhe deu) foi colocada no centro da cidade, que possui cerca de 55.000 habitantes, localizada na região sul deste país da Europa Oriental.

Um dos objetivos do evento era também mostrar as profecias bíblicas e evidenciar como elas aconteceram segundo a Bíblia.

Uma boa ideia, não? Que tal fazer isso em sua cidade? Veja abaixo a foto da réplica.

Réplica da estátua de Nabucodonosor em cidade da Ucrânia.

De acordo com os organizadores, os convidados voltaram para assistir a programação após a primeiro dia, e ainda levaram outros amigos.

Você pode ver a reportagem completa em: Adventiste Magazine

Experiência é fundamental na relação das pessoas com igrejas

Por Felipe Lemos, da Equipe da ASN.

A Agência Adventista Sul-Americana de Notícias (ASN) conversou com um profissional que estuda profundamente as relações entre as pessoas e as marcas a partir de uma visão mais ampla. Trata-se do biomédico, mestre e doutor em Fisiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Billy Nascimento.

Billy Nascimento aposta na experiência.

 

Ele desenvolveu sua tese de doutorado na área de pesquisa denominada neuromarketing, aplicando o conhecimento de neurociências para aprimorar as imagens de advertências sanitárias encontradas nos maços de cigarro brasileiros. Nascimento é sócio-fundador da Forebrain Neurotecnologia Ltda., empresa brasileira pioneira a desenvolver serviços de pesquisa em neurociências aplicada.

Os teóricos Joseph Pine II e James Gilmore, no final dos anos 90, argumentavam que a economia da experiência tem a ver com conceitos que mexem com as sensações ou que sugerem algo memorável e pessoal e não mais apenas a venda convencional do produto ou serviço. Por que levou tanto tempo para as organizações compreenderem isso?

Na verdade as organizações já haviam começado a entender que os valores econômicos de nossa cultura econômica já estavam mudando, e a partir disso iniciaram um processo de adequação e aprimoramento da área de experiência do consumidor, algo que antes não era visto de maneira tão separada dos serviços. A bem verdade, até hoje se pensa em experiência como um atributo dos serviços, e não como um ente econômico distinto, assim como os serviços são dos produtos.

Fato é que hoje os consumidores (e por que não as pessoas?) buscam cada vez mais experiências que vão além de atributos e benefícios racionais. Elas buscam experiências sensitivas e memoráveis que possam trabalhar suas emoções e prazeres. Essa é a realidade de consumo contemporâneo, que já demonstra, segundo os próprios autores, um desgaste, ou na linguagem técnica uma comoditização, da economia da experiência, abrindo, então, a oportunidade de criação de uma nova relação de consumo baseada no conceito de transformação.

Aqui, muito mais do que envolver emocionalmente a pessoa na experiência, o papel preponderante em que o consumidor quer se envolver nas relações de consumo é perceber como aquela marca se propõe a transformar o mundo, a sociedade, ou mesmo somente o consumidor. A economia da transformação é a nova fronteira na criação de valores que mobilizará a maior parte da população nos próximos anos.

De que forma a economia da experiência pode ser interessante para uma organização religiosa, como a Igreja Adventista, que não fabrica necessariamente produtos ou fornece serviços com a intenção comercial?

Nós vivemos em uma sociedade de consumo, onde o consumo não se limita a relações comerciais, e sim, a todas as relações humanas. A implicação disso é que em uma economia de experiência eu desejo ter interações com qualquer instituição que possa me promover a melhor experiência.

Dentro desse conceito a escola, o governo, os hospitais, a igreja, precisam entender o que é construir ações e relações que promovam uma experiência genuína com seus públicos. Enquanto instituições mais antigas, a maior resistência é a perda da essência da função destas instituições, entretanto, hoje esta é a maior oportunidade a ser criada: utilizar a linguagem contemporânea da economia da experiência para atingir as pessoas em uma linguagem que ela entenda e queira se envolver.

Nesse vídeo, Joseph Pine explica um pouco da ideia da economia de experiência:


Não  há um risco de se “vender” uma experiência aos templos adventistas, por exemplo, e o “cliente” depois constatar, na prática, que não é nada do que havia sido dito a ele?

A economia da experiência parte do princípio que as soluções de produto e serviço são as melhores possíveis. Só assim nasce uma oportunidade de experiência, pois a entrega do produto ou serviço já é dado como a melhor possível.

Quando há uma dissonância entre o que se divulga de experiência e a própria realidade da experiência, temos um grande problema, pois o cérebro das pessoas cria expectativas que moldam nossas motivações e que, por fim, nos influenciam para as decisões. Uma expectativa de ir a um ambiente de alta experiência (no caso da igreja tudo pode ser pensado neste aspecto: design, arquitetura, bancos, sistema de som, iluminação, banheiros, estacionamento, serviços de recepção, louvor, calor afetivo dos membros, etc.) e encontrar uma realidade discrepante pode causar uma profunda impressão negativa e logo uma associação (ou  condicionamento) negativo para a marca Igreja Adventista.

O que uma boa experiência, pensando em uma pessoa que passa a frequentar um templo adventista para conhecer melhor a denominação, vai resultar em termos de impactos na vida dessa pessoa?

A experiência é uma porta de entrada, uma forma de comunicação, linguagem e conexão, para abertura de uma mensagem ou cognição mais elaborada. Vivemos em um mundo onde restaurantes, lojas, lugares de recreação estão focados na melhor experiência do cliente. Entendemos que hoje estes ambientes têm de pensar muito mais nas nossas emoções do que propriamente no material que estão entregando.

Este contexto molda nossa me
nte e passamos a enxergar as relações institucionais e pessoais sobre a mesma ótica. É possível entender, a partir disso, que, se não proporcionamos uma ambiente de riqueza experiencial, estamos abrindo mão de construir uma linguagem e comunicação que pessoas possam entender, gostar e buscar por mais vezes.

A ideia de economia da experiência traz consigo uma forte ênfase no uso de todos os sentidos humanos para se obter o melhor tipo de relacionamento com a marca. Como podemos torna isso uma realidade para as igrejas?

A experiência pode ser criada por duas formas: a primeira por meio de estimulações sensoriais. Aqui vemos a oportunidade de criarmos nos templos um ambiente propício para a relação com Deus e com o próximo. Todo o cuidado é necessário para tal. Nossos sentidos são a porta de entrada de informações conscientes e inconscientes, portanto o design e arquitetura proporcionam sensações para nossa visão; os bancos em relação ao nosso tato, a qualidade sonora aos nossos ouvidos, as fragrâncias ao nosso olfato e os lanches, almoços, e aperitivos servidos nos serviços de algumas igrejas e pequenos grupos estarão afetando nosso paladar. Parece surreal esta avaliação, mas, ao entender os princípios da criação de sensações, nós podemos alterar o ambiente que estamos criando para nossas relações espirituais.

A segunda forma de criar experiência é por meio de histórias. E aqui entra o papel preponderante de vídeos, sermões, lições de escola sabatina, e qualquer material que é utilizado no contato direto entre a igreja e o público. O poder do storytelling é o poder de nos levar a experienciar situações, universos e realidade que não são palpáveis, mas estão presentes em nossa mente. Se entendermos isso, teremos muito mais cuidado no desenvolvimento de vídeos, no preparo de sermões e de pessoas que exercem o papel de professores de escola sabatina.

Do ponto de vista organizacional, passaremos a entender as enormes vantagens de nos utilizarmos de estruturas de narrativa envolvendo dramaturgia ou mesmo literatura.  Entenderemos o papel da arte como promotora das experiências que podem mudar nossa mente. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

Texto original: Notícias Adventistas

Pode congelar alimentos?

Olá amigos e amigas. Hoje trouxe um assunto muito interessante para vocês. Fim de semana chegando, e muitas pessoas aproveitam para preparar seus alimentos e congelá-los a fim de utilizá-los durante a semana. Mas saiba que existem alguns cuidados básicos referentes ao congelamento. É o assunto que escolhi para vocês essa semana. Espero que gostem!

Lorrany Matos

“O congelamento é um meio de conservação muito utilizado pelas cozinheiras e cozinheiros para aumentar a vida útil de alimentos, tanto crus quanto já pré-cozidos ou pré-preparados.

Mas o congelamento de alimentos – e o posterior descongelamento – requer alguns cuidados básicos, para garantir a segurança da conservação do alimento e evitar a ocorrência de doenças de origem alimentar.”

“Carne, aves, ovos, frutos do mar e outros produtos perecíveis devem ser refrigerados ou congelados em até duas horas após o cozimento ou a compra. Se a temperatura ambiente for superior a 30°C, leve esses produtos à geladeira no máximo dentro de uma hora após a compra ou cozimento”, orienta o professor Uelinton Pinto, pesquisador do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC).

Uma vez no freezer, os alimentos devem ser mantidos a uma temperatura de -18°C, no mínimo. O ideal é manter carnes e aves em sua embalagem original ou em recipientes fechados. Se for congelar esses alimentos por mais de dois meses, envolva os pacotes em filme plástico ou embalagem própria para congelador, ou coloque-os dentro de sacos plásticos (Veja na tabela abaixo a duração de cada tipo de alimento no freezer e na geladeira).

Entre as dicas, “nunca descongele alimentos à temperatura ambiente, como por exemplo em cima do balcão ou da pia”, ressalta. O alimento deve ser mantido a uma temperatura segura durante o descongelamento. “Se estiver fora da geladeira durante o processo de descongelamento, partes do alimento poderão alcançar uma temperatura que incentiva o crescimento de micro-organismos. Dentro do refrigerador, o alimento vai descongelar e ficar na temperatura da geladeira, que é, no máximo, 4°C ou 5° C. E nessa temperatura não há multiplicação dos patógenos e nem produção de toxinas.”

É importante garantir que o suco proveniente do descongelamento não caia sobre os alimentos estocados na geladeira, portanto, utilize recipientes adequados para evitar gotejamento e contaminação de outras preparações no seu refrigerador.

Há duas maneiras seguras para se descongelar alimentos: na geladeira ou no micro-ondas. “Se você não vai usar os alimentos imediatamente, pode simplesmente passar do freezer para a geladeira e deixá-los descongelando. Mas alimentos descongelados no micro-ondas devem ser cozidos ou preparados imediatamente após o descongelamento”, aconselha. Em alguns casos, pequenas porções também podem ser descongeladas diretamente na panela, sem necessidade de descongelamento prévio.

Veja na tabela abaixo o tempo que os alimentos resistem refrigerados e congelados.

Uelinton ressalta que é preciso se certificar de que o alimento descongelou por completo. “Quando ele for levado ao fogo, nenhum ponto deve ainda estar congelado. Porque aquele ponto, durante o cozimento, pode não atingir a temperatura de 70° C, que é necessária para eliminar Salmonella, Listeria, E. coli, e outros micro-organismos patogênicos.”

Já para garantir a segurança de alimentos resfriados (na geladeira), a temperatura máxima em que podem ser mantidos é de 5°C. E, quando for resfriar o que “sobrou” do almoço ou do jantar, procure dividir os restos de comida em recipientes rasos, para resfriamento mais rápido. Lembre-se: a prática de deixar alimentos prontos sobre o fogão ou mesa por tempos prolongados é associada a surtos de doenças transmitidas por alimentos.

Saiba mais no site Alimentos sem mitos

Enem 2017 será em dois domingos seguidos: 5 e 12 de novembro

Segundo o site de notícia G1, o Enem será aplicado em dois domingos em 2017. Mudança foi anunciada pelo MEC após consulta pública. Exame deixa de ser aplicado em apenas um fim de semana.

O exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 será realizado em dois domingos consecutivos: 5 e 12 de novembro. No ano passado, a prova foi aplicada em um fim de semana (sábado e domingo, 5 e 6 de novembro). A modificação foi divulgada pelo Ministério da Educação (MEC), na manhã desta quinta-feira (9).

A decisão de alterar o esquema de datas do Enem foi decidida após a realização da consulta pública sobre o exame, entre os dias 18 de janeiro e 17 de fevereiro. Dos mais de 600 mil participantes, 63,70% votaram que o Enem deveria ocorrer em dois dias e 36,30% opinaram que deveria ser aplicado em um dia só.

Em seguida, aqueles que participaram da consulta pública tiveram de responder à seguinte questão: “Caso o exame continue sendo aplicado em dois dias, qual formato deverá ser realizado?”. A maior parte (42,30%) optou que ele ocorresse em dois domingos seguidos – por isso, o MEC implementou a mudança. Em segundo lugar, ficou a opção de um domingo e uma segunda-feira (que se tornaria feriado escolar), votada por 34,10% dos participantes. Por último, restou a alternativa de manter-se o esquema até então vigente, de sábado e domingo, com 23,60% dos votos.

Sabatistas

Uma das consequências da realização do exame somente aos domingos é atender uma antiga reclamação dos candidatos sabatistas – por causa da religião, eles só podem estudar ou trabalhar aos sábados após o sol se pôr. Consequentemente, todos os anos, eles entram no local de prova às 13h (horário de Brasília) e ficam isolados em uma sala até as 19h, quando começam o exame. No Acre, por exemplo, por causa do fuso horário, o tempo de espera é de 9 horas.

De acordo com o Inep, isso faz com que cada candidato sabatista custe para o governo R$ 16,39 a mais do que os demais participantes, devido às despesas extras trazidas pela aplicação do exame à noite no sábado. No Enem 2016, os 76 mil sabatistas que fizeram a prova acarretaram um gasto de aproximadamente R$ 646 mil.

Consulta pública

O MEC realizou uma consulta pública sobre o Enem do dia 18 de janeiro até 17 de fevereiro. Os participantes, após preencherem um formulário com nome completo, e-mail e CPF, responderam três questões:

– A primeira questionava se o exame deveria continuar ocorrendo no formato atual, em dois dias, ou se aconteceria em um dia só, com um número reduzido de questões. A intenção, conforme declarado pelo ministro Mendonça Filho, era estudar a possibilidade de haver economia nos custos de segurança e de volume de papel. Segundo o Inep, especialistas contratados pelo governo garantiram que não haveria redução na qualidade do exame caso ele ficasse concentrado em uma jornada. Em janeiro, o MEC reforçou que não haveria a possibilidade de eliminar a redação do Enem.

– A segunda questão era sobre a possibilidade de aplicação da prova por computador. A pasta afirmou que, caso a mudança fosse aprovada, não seria implementada antes de 2018, por exigir uma nova demanda de infraestrutura e de modificação no sistema de segurança do Enem.

– A última pergunta da consulta pública permitia que o participante escrevesse contribuições para o aprimoramento do exame.

Fonte da informação: G1