VISITA VIRTUAL EM 3D DO TEMPLO

O Templo em Jerusalém, que era localizado no Monte do Templo, há cerca de 2.000 anos, foi destruído em 70 dC pelos romanos na Primeira Guerra Judaico-Romana; desse Templo restam apenas as pedras do muro de contenção. O website Jerusalem.com permite, desde 2013, fazer um tour virtual em 3D do local mais sagrado do judaísmo, tal como ele era em seu momento de glória. A visita pode ser auto-guiada guiada ou livre.

Disponível on-line ou na Apple Store, o aplicativo oferece a possibilidade de explorar e aprender a importância e o local do Templo de Jerusalém na tradição judaica.

Em um passeio virtual, o usuário é levado a descobrir muitos locais e símbolos importantes na história dos judeus como o Santo dos Santos, o Menorah ou a Arca da Aliança, que continha as tábuas de pedras dadas por Deus a Moisés – e isso no primeiro Templo.

Beit Hamikdash, o Templo judaico era o centro do mundo espiritual judaica. O templo foi elevado no cume do Monte Moriá, também conhecido como Monte do Templo, onde segundo a tradição judaica, Abraão estava prestes a sacrificar seu único filho Isaac como um ato de fé.

Visite o Templo de Jerusalém em 3D agora

Fonte: Adventiste Magazine

Pode congelar alimentos?

Olá amigos e amigas. Hoje trouxe um assunto muito interessante para vocês. Fim de semana chegando, e muitas pessoas aproveitam para preparar seus alimentos e congelá-los a fim de utilizá-los durante a semana. Mas saiba que existem alguns cuidados básicos referentes ao congelamento. É o assunto que escolhi para vocês essa semana. Espero que gostem!

Lorrany Matos

“O congelamento é um meio de conservação muito utilizado pelas cozinheiras e cozinheiros para aumentar a vida útil de alimentos, tanto crus quanto já pré-cozidos ou pré-preparados.

Mas o congelamento de alimentos – e o posterior descongelamento – requer alguns cuidados básicos, para garantir a segurança da conservação do alimento e evitar a ocorrência de doenças de origem alimentar.”

“Carne, aves, ovos, frutos do mar e outros produtos perecíveis devem ser refrigerados ou congelados em até duas horas após o cozimento ou a compra. Se a temperatura ambiente for superior a 30°C, leve esses produtos à geladeira no máximo dentro de uma hora após a compra ou cozimento”, orienta o professor Uelinton Pinto, pesquisador do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC).

Uma vez no freezer, os alimentos devem ser mantidos a uma temperatura de -18°C, no mínimo. O ideal é manter carnes e aves em sua embalagem original ou em recipientes fechados. Se for congelar esses alimentos por mais de dois meses, envolva os pacotes em filme plástico ou embalagem própria para congelador, ou coloque-os dentro de sacos plásticos (Veja na tabela abaixo a duração de cada tipo de alimento no freezer e na geladeira).

Entre as dicas, “nunca descongele alimentos à temperatura ambiente, como por exemplo em cima do balcão ou da pia”, ressalta. O alimento deve ser mantido a uma temperatura segura durante o descongelamento. “Se estiver fora da geladeira durante o processo de descongelamento, partes do alimento poderão alcançar uma temperatura que incentiva o crescimento de micro-organismos. Dentro do refrigerador, o alimento vai descongelar e ficar na temperatura da geladeira, que é, no máximo, 4°C ou 5° C. E nessa temperatura não há multiplicação dos patógenos e nem produção de toxinas.”

É importante garantir que o suco proveniente do descongelamento não caia sobre os alimentos estocados na geladeira, portanto, utilize recipientes adequados para evitar gotejamento e contaminação de outras preparações no seu refrigerador.

Há duas maneiras seguras para se descongelar alimentos: na geladeira ou no micro-ondas. “Se você não vai usar os alimentos imediatamente, pode simplesmente passar do freezer para a geladeira e deixá-los descongelando. Mas alimentos descongelados no micro-ondas devem ser cozidos ou preparados imediatamente após o descongelamento”, aconselha. Em alguns casos, pequenas porções também podem ser descongeladas diretamente na panela, sem necessidade de descongelamento prévio.

Veja na tabela abaixo o tempo que os alimentos resistem refrigerados e congelados.

Uelinton ressalta que é preciso se certificar de que o alimento descongelou por completo. “Quando ele for levado ao fogo, nenhum ponto deve ainda estar congelado. Porque aquele ponto, durante o cozimento, pode não atingir a temperatura de 70° C, que é necessária para eliminar Salmonella, Listeria, E. coli, e outros micro-organismos patogênicos.”

Já para garantir a segurança de alimentos resfriados (na geladeira), a temperatura máxima em que podem ser mantidos é de 5°C. E, quando for resfriar o que “sobrou” do almoço ou do jantar, procure dividir os restos de comida em recipientes rasos, para resfriamento mais rápido. Lembre-se: a prática de deixar alimentos prontos sobre o fogão ou mesa por tempos prolongados é associada a surtos de doenças transmitidas por alimentos.

Saiba mais no site Alimentos sem mitos

Enem 2017 será em dois domingos seguidos: 5 e 12 de novembro

Segundo o site de notícia G1, o Enem será aplicado em dois domingos em 2017. Mudança foi anunciada pelo MEC após consulta pública. Exame deixa de ser aplicado em apenas um fim de semana.

O exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 será realizado em dois domingos consecutivos: 5 e 12 de novembro. No ano passado, a prova foi aplicada em um fim de semana (sábado e domingo, 5 e 6 de novembro). A modificação foi divulgada pelo Ministério da Educação (MEC), na manhã desta quinta-feira (9).

A decisão de alterar o esquema de datas do Enem foi decidida após a realização da consulta pública sobre o exame, entre os dias 18 de janeiro e 17 de fevereiro. Dos mais de 600 mil participantes, 63,70% votaram que o Enem deveria ocorrer em dois dias e 36,30% opinaram que deveria ser aplicado em um dia só.

Em seguida, aqueles que participaram da consulta pública tiveram de responder à seguinte questão: “Caso o exame continue sendo aplicado em dois dias, qual formato deverá ser realizado?”. A maior parte (42,30%) optou que ele ocorresse em dois domingos seguidos – por isso, o MEC implementou a mudança. Em segundo lugar, ficou a opção de um domingo e uma segunda-feira (que se tornaria feriado escolar), votada por 34,10% dos participantes. Por último, restou a alternativa de manter-se o esquema até então vigente, de sábado e domingo, com 23,60% dos votos.

Sabatistas

Uma das consequências da realização do exame somente aos domingos é atender uma antiga reclamação dos candidatos sabatistas – por causa da religião, eles só podem estudar ou trabalhar aos sábados após o sol se pôr. Consequentemente, todos os anos, eles entram no local de prova às 13h (horário de Brasília) e ficam isolados em uma sala até as 19h, quando começam o exame. No Acre, por exemplo, por causa do fuso horário, o tempo de espera é de 9 horas.

De acordo com o Inep, isso faz com que cada candidato sabatista custe para o governo R$ 16,39 a mais do que os demais participantes, devido às despesas extras trazidas pela aplicação do exame à noite no sábado. No Enem 2016, os 76 mil sabatistas que fizeram a prova acarretaram um gasto de aproximadamente R$ 646 mil.

Consulta pública

O MEC realizou uma consulta pública sobre o Enem do dia 18 de janeiro até 17 de fevereiro. Os participantes, após preencherem um formulário com nome completo, e-mail e CPF, responderam três questões:

– A primeira questionava se o exame deveria continuar ocorrendo no formato atual, em dois dias, ou se aconteceria em um dia só, com um número reduzido de questões. A intenção, conforme declarado pelo ministro Mendonça Filho, era estudar a possibilidade de haver economia nos custos de segurança e de volume de papel. Segundo o Inep, especialistas contratados pelo governo garantiram que não haveria redução na qualidade do exame caso ele ficasse concentrado em uma jornada. Em janeiro, o MEC reforçou que não haveria a possibilidade de eliminar a redação do Enem.

– A segunda questão era sobre a possibilidade de aplicação da prova por computador. A pasta afirmou que, caso a mudança fosse aprovada, não seria implementada antes de 2018, por exigir uma nova demanda de infraestrutura e de modificação no sistema de segurança do Enem.

– A última pergunta da consulta pública permitia que o participante escrevesse contribuições para o aprimoramento do exame.

Fonte da informação: G1

MARCO – REGIÃO 8 – VOTUPORANGA

Programação do MARCO – Região 8 – Votuporanga – 2017

Se você ainda não tem certeza da data do seu treinamento, então acompanhe na programação logo abaixo.

Lembre-se que o horário de início será às 9h00. Desejamos a todos um ótimo evento!

SÁBADO – 11 DE MARÇO

  • ASA
  • Aventureiros
  • Comunicação
  • Desbravadores
  • Escola Sabatina
  • Família
  • Jovens
  • Ministério Pessoal
  • Mordomia
  • Música
  • Pequenos Grupos
  • Sonoplastia
  • Tesouraria

 

DOMINGO – 12 DE MARÇO

  • Ancionato
  • Diáconos e Diaconisas
  • Espírito de Profecia
  • Liberdade Religiosa
  • Ministério da Mulher
  • Publicações
  • Recepção
  • Saúde e Temperança
  • Secretaria

 

Forma mais comum de cozinhar arroz pode trazer risco à sua saúde diz reportagem

Artigo de nossa consultora de saúde, Lorrany Matos.

 

 

O arroz está no banco dos réus. Uma reportagem recente divulgada em diversos meios de comunicação tem informado que é possível encontrar arsênio “As” no arroz. Mas isso pode ser mudado dependendo da maneira como você o prepara. Leia mais a seguir.

O arsênio (representado na da tabela periódica como “As”) é um elemento químico tóxico e amplamente encontrado na biosfera. Dependendo da solubilidade dos compostos de “As” (arsênio) são facilmente absorvidos, tanto por via oral e por inalação. A exposição ao “As” está sendo associados a doenças cardiovasculares, câncer e diabetes. Exemplos de fontes de exposição: fumaças e poeiras industriais, produtos de uso agropecuário, água e alimentos contaminados. A relação com o arroz está no cultivo, onde geralmente é em solos inundados, o “As” é encontrado naturalmente no solo, com o excesso de água leva a uma maior mobilização do “As”, resultando no acúmulo pela planta, principalmente nos grãos.

graos de arroz

“A alternativa para o consumo seria usar uma proporção de cinco partes de água para uma parte de arroz e ainda tirar o excesso de água. Com isso, os níveis do produto tóxico foram quase reduzidos pela metade. A segunda é deixar o arroz de molho durante a noite e depois drenar a água. Assim, o grau de toxina é reduzido em 80%.”

Confira reportagem da Revista Exame.