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Aprenda a higienizar a sua esponja de lavar louça

Por Lorrany Matos –

Já imaginou toda a quantidade de micróbios que podem popular a sua esponja de lavar a louça? Veja na reportagem a  enorme quantidade dos micro-organismos que se instalam na sua esponja  e como tentar deixá-la mais limpa. Confira no vídeo do G1.

Aprenda a higienizar a sua esponja de lavar louça 😀

Posted by Segurança de alimentos. on Monday, August 7, 2017

Suco, néctar, refresco… Você sabe a diferença?

Por Lorrany Matos –

Sim, existe diferença entre eles. E Nem sempre ao optar por suco você está fazendo a escolha mais saudável. Vamos entender um pouquinho.

Suco é a bebida não fermentada, não diluída em água, obtida a partir de frutas e até vegetais. Quando acrescido de açúcar deve constar no rótulo “adoçado”. Sendo proibida a adição de aromas e corantes artificiais. O suco integral é o único suco industrializado 100% na concentração original de suco extraído da fruta, sem adição de água e açúcar.

O néctar é a bebida não fermentada, obtida da diluição em água potável da parte comestível da fruta ou vegetal, adicionado de açúcares. Sua composição deve ter um percentual mínimo do suco ou polpa, esta porcentagem depende do tipo da fruta, por exemplo, o néctar de pêssego, 40% de suco, néctar de goiaba, 35% de suco.

Já o refresco e o refrigerante são bebidas não fermentadas, diluídos em água potável, do suco de fruta, polpa ou extrato vegetal de sua origem, com ou sem adição de açúcares. Os refrescos são diferentes dos refrigerantes com frutas e contém uma quantidade de suco maior, porém inferior aos néctares.

Suco, néctar ou refresco?

A diferença entre refresco e refrigerante é que o refrigerante é gaseificado. É permitida a adição de açúcar, corantes e aromatizantes. Os refrescos apresentam uma quantidade entre 10% e 20% de suco da fruta, podendo variar conforme o tipo da fruta, como o refresco de limão que apresenta o menor conteúdo de suco, com no mínimo 5% em volume de suco de limão. Em refrigerantes o conteúdo varia de 2% a 10% de suco de fruta.

Agora você conhece as diferenças e sua escolha é consciente. Não se esqueça, o ideal é consumir a fruta, que contem maior valor nutricional.

COLÔNIA DE FÉRIAS – 2017

COLÔNIA DE FÉRIAS

“Crianças na Cozinha com Jesus”, este será o tema deste ano de nossa Colônia de Férias.

Que tal ter um pequeno master-chef em sua casa? No evento deste ano as crianças irão elaborar deliciosos pratos, com muito mais saúde e diversão. O evento contará com centros de aprendizagem nos quais serão abordados, de forma lúdica, diversos assuntos referentes à saúde da criança. Inscrições podem ser realizadas até o dia 20/06. Corra, pois as vagas são limitadas.
Saiba mais:

Colônia de Férias – 2017

Pode congelar alimentos?

Olá amigos e amigas. Hoje trouxe um assunto muito interessante para vocês. Fim de semana chegando, e muitas pessoas aproveitam para preparar seus alimentos e congelá-los a fim de utilizá-los durante a semana. Mas saiba que existem alguns cuidados básicos referentes ao congelamento. É o assunto que escolhi para vocês essa semana. Espero que gostem!

Lorrany Matos

“O congelamento é um meio de conservação muito utilizado pelas cozinheiras e cozinheiros para aumentar a vida útil de alimentos, tanto crus quanto já pré-cozidos ou pré-preparados.

Mas o congelamento de alimentos – e o posterior descongelamento – requer alguns cuidados básicos, para garantir a segurança da conservação do alimento e evitar a ocorrência de doenças de origem alimentar.”

“Carne, aves, ovos, frutos do mar e outros produtos perecíveis devem ser refrigerados ou congelados em até duas horas após o cozimento ou a compra. Se a temperatura ambiente for superior a 30°C, leve esses produtos à geladeira no máximo dentro de uma hora após a compra ou cozimento”, orienta o professor Uelinton Pinto, pesquisador do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC).

Uma vez no freezer, os alimentos devem ser mantidos a uma temperatura de -18°C, no mínimo. O ideal é manter carnes e aves em sua embalagem original ou em recipientes fechados. Se for congelar esses alimentos por mais de dois meses, envolva os pacotes em filme plástico ou embalagem própria para congelador, ou coloque-os dentro de sacos plásticos (Veja na tabela abaixo a duração de cada tipo de alimento no freezer e na geladeira).

Entre as dicas, “nunca descongele alimentos à temperatura ambiente, como por exemplo em cima do balcão ou da pia”, ressalta. O alimento deve ser mantido a uma temperatura segura durante o descongelamento. “Se estiver fora da geladeira durante o processo de descongelamento, partes do alimento poderão alcançar uma temperatura que incentiva o crescimento de micro-organismos. Dentro do refrigerador, o alimento vai descongelar e ficar na temperatura da geladeira, que é, no máximo, 4°C ou 5° C. E nessa temperatura não há multiplicação dos patógenos e nem produção de toxinas.”

É importante garantir que o suco proveniente do descongelamento não caia sobre os alimentos estocados na geladeira, portanto, utilize recipientes adequados para evitar gotejamento e contaminação de outras preparações no seu refrigerador.

Há duas maneiras seguras para se descongelar alimentos: na geladeira ou no micro-ondas. “Se você não vai usar os alimentos imediatamente, pode simplesmente passar do freezer para a geladeira e deixá-los descongelando. Mas alimentos descongelados no micro-ondas devem ser cozidos ou preparados imediatamente após o descongelamento”, aconselha. Em alguns casos, pequenas porções também podem ser descongeladas diretamente na panela, sem necessidade de descongelamento prévio.

Veja na tabela abaixo o tempo que os alimentos resistem refrigerados e congelados.

Uelinton ressalta que é preciso se certificar de que o alimento descongelou por completo. “Quando ele for levado ao fogo, nenhum ponto deve ainda estar congelado. Porque aquele ponto, durante o cozimento, pode não atingir a temperatura de 70° C, que é necessária para eliminar Salmonella, Listeria, E. coli, e outros micro-organismos patogênicos.”

Já para garantir a segurança de alimentos resfriados (na geladeira), a temperatura máxima em que podem ser mantidos é de 5°C. E, quando for resfriar o que “sobrou” do almoço ou do jantar, procure dividir os restos de comida em recipientes rasos, para resfriamento mais rápido. Lembre-se: a prática de deixar alimentos prontos sobre o fogão ou mesa por tempos prolongados é associada a surtos de doenças transmitidas por alimentos.

Saiba mais no site Alimentos sem mitos

Forma mais comum de cozinhar arroz pode trazer risco à sua saúde diz reportagem

Artigo de nossa consultora de saúde, Lorrany Matos.

 

 

O arroz está no banco dos réus. Uma reportagem recente divulgada em diversos meios de comunicação tem informado que é possível encontrar arsênio “As” no arroz. Mas isso pode ser mudado dependendo da maneira como você o prepara. Leia mais a seguir.

O arsênio (representado na da tabela periódica como “As”) é um elemento químico tóxico e amplamente encontrado na biosfera. Dependendo da solubilidade dos compostos de “As” (arsênio) são facilmente absorvidos, tanto por via oral e por inalação. A exposição ao “As” está sendo associados a doenças cardiovasculares, câncer e diabetes. Exemplos de fontes de exposição: fumaças e poeiras industriais, produtos de uso agropecuário, água e alimentos contaminados. A relação com o arroz está no cultivo, onde geralmente é em solos inundados, o “As” é encontrado naturalmente no solo, com o excesso de água leva a uma maior mobilização do “As”, resultando no acúmulo pela planta, principalmente nos grãos.

graos de arroz

“A alternativa para o consumo seria usar uma proporção de cinco partes de água para uma parte de arroz e ainda tirar o excesso de água. Com isso, os níveis do produto tóxico foram quase reduzidos pela metade. A segunda é deixar o arroz de molho durante a noite e depois drenar a água. Assim, o grau de toxina é reduzido em 80%.”

Confira reportagem da Revista Exame.