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Advogado fiel

Pôr do Sol

Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais […]. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Josué 24:15

Fabiano se formou em Direito e, logo após, conseguiu aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Passou por momentos difíceis até conseguir se estabilizar na profissão. Por não ter seu próprio escritório, tinha que sair em busca de causas por toda a região.
 
Algum tempo depois, conseguiu estabelecer um escritório em sua resi­dência. Nesse período, Fabiano só podia contar com a ajuda de uma secre­tária, por meio expediente, pois não tinha condições de pagar uma funcio­nária de tempo integral.
 
Para ele, a vida com Deus estava bem. Devolvia os dízimos a cada mês e esporadicamente levava alguns trocados para colocar na salva, como oferta. Acreditava que poderia escolher um valor qualquer na hora que o diácono passava.
 
Certa vez, dois irmãos da igreja lhe explicaram, com base na Bíblia e nos escritos de Ellen G. White, que o plano sistemático e proporcional de ofertas foi divinamente inspirado.
 
Desde então, Fabiano procurou se aprofundar no assunto e fez um pacto crescente com Deus, começando com a quantia de um por cento.
 
Depois que decidiu ser fiel a Deus, sentiu que era cada vez mais aben­çoado. Com gratidão ao Senhor, passou a devolver 10% de pacto, 5% de oferta de gratidão e outras ofertas específicas, destinadas a pessoas caren­tes, obras evangelísticas e projetos da igreja local.
 
Fabiano passou a ter mais comunhão com Deus e pedia em suas orações sabedoria para ministrar seus recursos, conforme Sua vontade.
 
Além da vida profissional, também notou a direção de Deus em outras áreas, como em seu casamento. Depois de muita oração, Deus lhe deu uma mulher cristã, amorosa e de muitas qualidades. Para completar sua felicida­de, após vinte anos orando pelo batismo de seu pai, ele foi transformado por Deus e, finalmente, batizado.
 
Fabiano Lino de Oliveira
União Nordeste Brasileira

Fidelidade na observância do sábado

Meditação de Pôr do sol

Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. Provérbios 4:18

Essa foi precisamente a experiência de Juan. Ele não conheceu e não acei­tou tudo de uma vez, mas pouco a pouco.
 
Desde bem jovem, Juan ganhava a vida com o esforço de seu trabalho honesto e dedicado. Trabalhava em uma fábrica de carbureto, quando co­meçou a conhecer a Bíblia e a igreja. Ele se aprofundou no estudo e no conhecimento da vontade de Deus e, para sua surpresa, entendeu que o sá­bado tem um distintivo especial: foi santificado por Deus. Naquela ocasião, ele trabalhava aos sábados até o meio-dia.
 
Por muito tempo, frequentou a igreja nas horas em que não trabalha­va, mas não estava tranquilo. Ele não conseguia entender por que não era possível dedicar outro dia a Deus, a não ser o sábado. Porém, continuou estudando.
 
Por fim, decidiu fazer a vontade de Deus. Aceitou o sábado e decidiu avançar, não sem certo temor. Pediu uma entrevista com o chefe da fábrica, para solicitar o sábado livre. O chefe não atendeu o pedido, mas prometeu aumentar o salário para que Juan permanecesse no trabalho. Foi difícil, mas ele não aceitou o oferecimento e pediu demissão.
 
De volta para casa e sem trabalho, orou a Deus com todo fervor: “Se o sábado é Teu dia, como a Bíblia diz, dá-me um trabalho onde eu possa guardá-lo.”
 
Pouco tempo depois, um homem passou por sua casa. Ele era conhe­cido por não se agradar do trabalho de ninguém, e disse ao Juan: “Você está trabalhando?” “Não”, foi a resposta. “Então, dê-me a fotocópia de seus documentos porque na Prefeitura estão admitindo estagiários.”
 
Assim que ele se apresentou, recebeu trabalho e o enviaram para traba­lhar no cemitério, de segunda a sexta-feira.
 
Depois de um tempo, o dono da fábrica onde ele trabalhara veio procurá-lo e lhe disse: “Permito-lhe folga no dia em que você quiser, mas volte a trabalhar comigo porque não encontro outro empregado tão fiel como você.”
 
Juan Díaz
San Juan, Argentina

Pasta no teto do carro

Pôr do sol

Porque aos que Me honram, honrarei, l Samuel 2:30

Geracina é tesoureira de sua igreja, em Planalmira, Goiás. Todas as se­manas, ela colocava os dízimos em um envelope e fazia o depósito para a Associação local.
 
Naquela quinta-feira, o dia estava mais agitado. Além desse depósito, ela precisava levar seu irmão até Goiânia, para que ele viajasse de ônibus até sua cidade. Com muita pressa, Geracina acomodou as malas e muletas do irmão no banco traseiro. Depois, colocou sobre o teto do carro uma pas­ta com cerca de R$ 4.000,00 em cheques e dinheiro para depositá-los no banco. Entrou novamente em casa para chamar o marido, pegar sua bolsa e trancar a porta.
 
Todos entraram no carro, fizeram uma oração e partiram rumo ao ban­co, sem conferir se a pasta estava dentro do carro. Quando estacionaram em frente ao local, Geracina se deu conta de que não estava com o di­nheiro em mãos.
 
A angústia foi grande. Ela falou ao marido que havia deixado a pasta no teto do carro, mas nem ele nem o seu irmão tinham visto o objeto antes de entrarem no veículo. Rapidamente, voltaram pelo caminho de casa, en­quanto Geracina ligava para sua irmã para lhe contar o que havia aconteci­do. Ainda estavam ao telefone, quando sua irmã viu no portão da casa dela um dos anciãos da igreja. O homem segurava a pasta perdida que continha todo o dinheiro para o depósito.
 
Dentro de um dos envelopes da pasta, estavam os dízimos e ofertas de Geracina e seu esposo. Posteriormente, em forma de gratidão, eles devolve­ram mais dez por cento de oferta.
 
Com esse incidente, eles se atrasaram e seu irmão corria o risco de perder a condução para sua casa. Durante o caminho até Goiânia, ele orou a Deus, pedindo que detivesse o ônibus; afinal, se ele fosse no dia seguinte, teria que viajar nas primeiras horas do sábado. Quando chegaram à rodo­viária, apesar de o ônibus já estar em funcionamento, ele ainda conseguiu entrar. Até hoje, Geracina e sua família são gratos a Deus pelas bênçãos concedidas em todos os momentos.
 
Geracina Dias Batista Pereira
União Centro-Oeste Brasileira

Por que seguimos a Jesus?

sol06

Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Romanos 5:8

 
Para ouvir o Mestre, as pessoas se reuniram junto ao mar da Galileia. “En­tão, Jesus, erguendo os olhos e vendo que grande multidão vinha ter com Ele, disse a Filipe: Onde compraremos pães para lhes dar a comer?” (João 6:5). O restante da história é narrado nos evangelhos como uma poderosa manifestação do poder de Deus ao multiplicar cinco pães de cevada e dois peixinhos para cinco mil homens, além das mulheres e das crianças.
 
Nesta semana, o Senhor multiplicou as bênçãos em sua vida e hoje você se dispõe, como bom adventista, a guardar o sábado. Você deve perguntar a si mesmo: Sigo a Cristo devido à Sua providência para comigo? Eu O sigo de forma desinteressada, porque O amo?
 
As pessoas queriam mais de Jesus. Alguns queriam torná-Lo Rei para ser libertos da opressão romana (v. 15). Então, Jesus lhes disse: “Em verda­de, em verdade vos digo: vós Me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará” (João 6:26, 27).
 
Jesus morreu por nós e essa é a maior manifestação do amor de Deus. Retribuímos nosso agradecimento ao Senhor quando guardamos Seu santo dia, mas isso não passará de um mero costume, a menos que meditemos a cada momento no fato de que “sendo nós ainda pecadores”, sem nada mere­cer, Cristo nos dá a redenção e o perdão dos pecados.
 
Parte da multidão não entendeu as Palavras do Mestre, como diz a Es­critura: “Muitos dos seus discípulos, tendo ouvido tais palavras, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (João 6:60).
 
Você e eu somos a geração que vive no fim dos tempos, e apenas ao nos submetermos ao amor de Cristo podemos ter segurança. Que este sábado seja de reflexão na força que vem do Pão celestial!
 
Vinício Marcillo
Distrito Guayaquil Nueva Alborada, Equador

Deus como sócio

Pôr do sol

Não andeis ansiosos por coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições. Filipenses 4:6

Cláudia e Samuel tinham o sonho de adquirir uma casa maior, pois seus filhos estavam crescendo. Samuel estava desempregado havia quatro anos e Cláudia era funcionária pública. Eles precisavam de um acréscimo de cinco mil reais no orçamento mensal para realizar o sonho da família.
 
A preocupação dominou Samuel, levando-o a pensar em um negócio próprio. Não sabiam o que fazer nem tinham o dinheiro para iniciar. Cláu­dia queria Jesus como sócio majoritário em lugar de sociedade com outra pessoa. Nesse momento, eles entregaram os planos nas mãos do Senhor.
 
No mês seguinte, Cláudia recebeu, inesperadamente, a quantia de 25 mil reais em seu salário, referente a um direito adquirido nos últimos 18 meses de trabalho.
 
Com o dinheiro decidiram abrir uma casa de produtos naturais e dividir o lucro igualmente entre os sócios: Cláudia, Samuel e o Senhor. Em segui­da, fizeram um pacto com Deus, decidindo serem sempre fiéis e pedindo que Ele lhes revelasse onde deveriam abrir o negócio.
 
A mãe de Cláudia indicou um local onde o fluxo de pessoas era grande e ao lado de outros comércios de alimentos, mas não deu nada certo. O casal confiava que Deus proporcionaria algo ainda melhor.
 
Samuel viu uma porta de garagem entreaberta em um bairro comercial bem melhor, sem placa de aluguel. Um senhor, que trabalhava na reforma do local, explicou que metade do salão ainda estava disponível para alugar.
 
As condições eram 5 mil reais de aluguel, 10 mil reais de taxa pelo ponto, um fiador com escritura própria, a reforma do local e deveriam apre­sentar uma renda três vezes maior que o valor do aluguel, tanto eles quanto o fiador. O Senhor, miraculosamente, tomou as providências, pois Cláudia ganharia tal quantia naquele mês e apareceu um fiador que preenchia as condições.
 
Hoje, Cláudia e Samuel estão realizados com o próprio negócio. Têm uma renda extra, vendem alimentos saudáveis e testemunham do amor de Cristo, o Médico dos médicos. Aprenderam que o Senhor nos chama para viver pela fé por meio da fidelidade total a Ele.

 
Cláudia Regina Guimarães
União Central Brasileira