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Quem é Jesus Cristo? Faça sua escolha.

Quem é Jesus Cristo? A pergunta foi formulada por Ele próprio, conforme o registro de Mateus 16:13. Enquanto estava com Seus discípulos em Cesareia de Felipe, Jesus indagou: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”

Desde aqueles dias, os homens têm manifestado, ao longo da história, diferentes opiniões acerca de Jesus Cristo. Para alguns, Ele é um mito; para outros, um mestre de ética, um bom homem, um tipo de filósofo, um profeta da ordem de Isaías ou Jeremias, um deus menor, ou ainda um guru.

Ele, Cristo não possuiu riqueza, poder posição, prestígio ou influência do ponto de vista humano. Ele nunca recebeu treino especializado em educação formal nas universidades de seu tempo. Até os 30 anos de idade ele trabalhou como carpinteiro de Nazaré. Na infância, entretanto, preocupou um rei e confundiu os doutores no templo. Suas questões, parábolas e ensinos desafiavam os líderes religiosos de seu tempo, bem como as poderosas estruturas do seu sistema social e religioso do judaísmo do primeiro século. Como adulto ele governou o percurso da natureza, acalmando a fúria dos ventos e das águas, multiplicou pães e peixes para alimentar multidões famintas. Como nenhum outro monarca, repreendeu o vento, caminhou sobre as ondas revoltas do mar da Galileia fazendo das aguas o seu tapete. Admirados, os seus discípulos perguntavam entre si “quem é esse homem que até os ventos e o mar lhe obedecem. Mateus 8:27

Suas palavras eram impressivas que mesmo os seus inimigos tiveram que admitir que nenhum homem falou como esse homem. Jesus Cristo nunca compôs uma música, e jamais escreveu uma canção ou um livro, contudo proveu tema para as mais diversas canções, musicas, livros e poemas de todos os compositores, escritores e poetas juntos.

Nunca exerceu formalmente a medicina, em qualquer consultório, mas curou multidões sem remédios e sem cobrar consultas ou honorários. Ao longo da história ele tem curado mais corações partidos que todos os psiquiatras e psicólogos juntos. De fato, coração partido é sua especialidade. Ele nunca comandou um exército, nunca recrutou um soldado, ou disparou uma só arma, e no entanto, nenhum outro líder jamais teve sobre o seu comando mais voluntários.

Aos seus pés, mais rebeldes têm depositado suas armas do sob as ordens do que qualquer outro conquistador. Algo extraordinário em carismática personalidade tem atraído a milhões, e inspirado aliança, lealdade, reverencia de homens e mulheres através de todos os séculos. O nome de filósofos, políticos, estadistas, mestres humanos, cientistas, escritores e teólogos, despontam e desaparecem no decorrer do tempo, mas o nome de Jesus Cristo permanece para sempre atual. O próprio calendário está baseado em seu nascimento. Herodes não pôde mata-lo, o diabo não pôde seduzi-lo, a morte não pôde corromper o seu corpo e a sepultura não pôde retê-lo. Por todos os critérios de avalição, Ele é o personagem central da história. O Novo Testamento não deixa nenhuma dúvida quanto à sua identidade. Quem dizem os homens que eu sou, foi a pergunta que Cristo fez aos seus discípulos. Ele nasceu numa manjedoura comprovada e emprestada porque não houve outro lugar para ele. Cruzou o lago num barco de outra pessoa, e montou num jumento que também tinha sido emprestado para ele. Como Ele próprio afirmou, as raposas têm covis, e as aves do céu tem ninhos, mas o filho do homem não tem onde repousar a cabeça. De fato, o relacionamento de Jesus com as coisas que tanto consideramos importantes ou valiosas, tais como dinheiro, prestígio ou poder é absolutamente extraordinário, sua liberdade em relação a essas coisas foi a última coisa dessas, sendo para nós surpreendente.

Jesus foi o único a afirmar que Ele era Deus. O escritor C. S. Lewis disse o seguinte: “Essa é a única coisa que não devemos dizer: um homem que fosse somente um homem e dissesse as coisas que Jesus disse, não seria um grande mestre da moral, mas seria um lunático, no mesmo grau que alguém que pretende ser um ovo cozinho […]. Faça sua escolha, ou esse homem era e é o Filho de Deus, ou não passa de um louco ou coisa pior. Você pode querer silenciá-lo por ser um louco, pode cuspir nele, e matá-lo como se fosse um demônio. Ou pode prostrar-se aos seus pés e chamá-lo de Senhor e Deus, mas que ninguém venha com paternal condescendência dizer que Ele não passava de um grande mestre humano; Ele não nos deixou essa opção e não quis deixá-la.”

O Novo Testamento não deixa nenhuma dúvida quanto à Sua identidade:
Ele é Deus encarnado (João 1:14);
O Messias (João 1:41);
O Servo do Senhor (Isaías 42, 49, 53);
O bom Pastor (João 10:11);
A Luz do mundo (João 8:12);
O Pão da vida (João 6:35);
A Porta das ovelhas (João 10:7);
O Lírio dos vales (Cantares 2:1);
A Estrela da manhã (Apocalipse 22:16);
A Ressurreição e a Vida (João 11:25);
Ele é o Caminho e a Verdade (João 14:6);
O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29);
O único Fundamento (1Coríntios 3:11);
A Pedra de esquina (Efésios 2:20);
A Água da vida (João 4);
O Rei dos reis e Senhor dos senhores (Apocalipse 19:16);
O Amém de Deus (Apocalipse 22:20);
O Alfa e Ômega (Apocalipse 21:6).

Jesus pergunta para você hoje: “Quem dizem os homens que Eu sou?

Faça sua escolha!

Baseado em texto de Amin Rodor e C. S. Lewis.

Harvard: Sim, existe um segredo para ter mais saúde e vida plena

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Você acredita que exista fórmulas para viver uma vida plena e mais saudável? Existem diversos livros de auto-ajuda, ideologias, filosofias. Qual escolher?

Pois um estudo da Universidade de Harvard, ao longo de 75 anos, mostra que a fórmula é bem simples. Fácil? Não, não é tão fácil, mas é muito simples: “a chave para ser feliz e ter saúde está nos relacionamentos interpessoais“. As pessoas buscam soluções rápidas, mas os relacionamentos são construídos ao longo de anos, por isso não é fácil. Não existe fórmula mágica, mas existe um segredo, e vai depender do seu esforço. Vale a pena, construa novos e bons relacionamentos e viva melhor!

Veja na íntegra:

Um dos estudos mais longos realizados até agora com o objetivo de avaliar quais são alguns dos fatores que mais proporcionam felicidade e longevidade concluiu que a chave para ser feliz e ter saúde está nos bons relacionamentos interpessoais. Coordenado por pesquisadores da universidade Harvard ao longo de quase oito décadas, o The Study of Adult Development (Estudo do Desenvolvimento Adulto) acompanhou a vida de 724 pessoas.

Desde 1938, os cientistas monitoram dois grupos: o primeiro formado por alunos da própria Harvard; e o segundo composto por jovens que, nos anos 1930, moravam nos bairros mais pobres de Boston. Sessenta homens que participaram do estudo ainda estão vivos, a maioria com mais de 90 anos.

Desde a adolescência até a velhice, os participantes foram entrevistados periodicamente acerca de seu trabalho, sua vida pessoal e sua saúde, além de passarem por exames médicos. “Para obter uma imagem mais nítida dessas vidas, não nos limitamos a lhes enviar questionários. Nós os entrevistamos em suas salas, obtivemos seus registros médicos, colhemos sangue, observamos o cérebro deles, falamos com seus filhos e gravamos em vídeo as conversas deles com suas mulheres sobre suas maiores preocupações”, explica o psiquiatra Robert Waldinger, atual coordenador da pesquisa.

Em palestra numa conferência da TED, realizada nos Estados Unidos em novembro do ano passado, ele ressaltou que estudos como esse são extremamente raros. “Quase todos os projetos desse tipo acabam ao fim de dez anos porque muitas das pessoas abandonam o estudo, ou porque não há mais financiamento para a investigação, ou ainda pelo fato de os investigadores se desinteressarem pelo projeto ou morrerem, e ninguém mais os substituir. Mas, por uma feliz combinação de sorte e de persistência de várias gerações de investigadores, esse estudo sobreviveu”, observou.

Com base na longa investigação, o pesquisador disse que foi possível concluir que não são a riqueza nem a fama que garantem felicidade e longevidade. “Ao chegar à idade adulta, muitos participantes acreditavam que a fama e a riqueza e as grandes realizações fossem tudo de que necessitavam para ter uma vida boa. Mas, ao longo desses 75 anos, nosso estudo provou inúmeras vezes que as pessoas que se saíram melhor foram as que se apoiaram nos relacionamentos em família, com os amigos e com a comunidade. Portanto, a mensagem mais clara que obtivemos desse estudo de 75 anos é esta: As boas relações nos mantêm mais felizes e com mais saúde. Ponto final!”, Waldinger ressaltou.

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De acordo com o Estudo do Desenvolvimento Adulto, pessoas satisfeitas com suas relações desfrutam de melhor saúde física e mental ao chegar à velhice. Créditos: Fotolia

O psiquiatra citou três grandes lições sobre relacionamentos extraídas a partir do estudo norte-americano: (1) conexões sociais fazem bem para os seres humanos; já a solidão, mata; (2) a qualidade das relações é mais importante do que a quantidade; e (3) relacionamentos felizes e duradouros protegem a saúde física e mental.

No entanto, ao mostrar em sua palestra que “uma vida boa se constrói com bons relacionamentos”, Robert Waldinger questionou por que a maioria das pessoas ignora esse fato, buscando felicidade em outras fontes. Para ele, “o que gostaríamos mesmo é de uma receita rápida, qualquer coisa que pudéssemos arranjar que nos desse uma vida boa e a mantivesse dessa forma”. Como lembra o psiquiatra, investir nos relacionamentos exige um esforço maior. Afinal, os relacionamentos podem passar por momentos conturbados, além do fato de que nem sempre é fácil lidar com a família e os amigos.

Porém, como foi comprovado cientificamente por aquela que é uma das universidades mais famosas do mundo, as pessoas que têm ligações sociais com a família, com os amigos e com a comunidade, são mais felizes, fisicamente mais saudáveis e vivem mais tempo. “A experiência da solidão se torna tóxica. As pessoas que são mais isoladas descobrem que são menos felizes, que sua saúde piora mais depressa na meia-idade, que seu funcionamento cerebral diminui mais cedo e que vivem menos tempo do que as pessoas que não se sentem sozinhas”, afirma Waldinger. Ao mesmo tempo, no decorrer do estudo, os cientistas constataram uma triste realidade: mais de 20% dos norte-americanos avaliados informaram que se sentiam sós.

ESTUDO DA SEGUNDA GERAÇÃO

A equipe de pesquisadores de Harvard pretende agora entrar em uma segunda etapa da investigação: estudar mais de 2 mil descendentes dos participantes do estudo original. O objetivo será identificar como as experiências da infância influenciam a saúde na meia-idade. [Márcio Tonetti, equipe RA/Com informações do site Ted.com]

Fonte: Revista Adventista